23 de outubro de 2010

O curto passo da rapariga enfraquecida na cidade, seguido de uma respiração forçada.
Os pequenos defeitos da simples rapariga, chamaram a atenção do silencio que passava.
Ela já não queria caminhar mais, ela queria dar o final a tudo que a chateava.
As risadas sem rosto do outro lado da rua fizeram-na achar ser apenas um ponto no universo, um ponto insignificante que nunca despertera a atenção.
Ela gritou não 7 vezes na multidão, ela esperou tentando desaparecer.
Mas o que a poderia atormentar tanto, porque mostrava o rosto dela tal sofrimento?
Porque lagoas de lagrimas dechiam seu rosto?
A resposta para tal situação onde estaria?
Uma esperança pairou no ar, então a rapariga resolveu erguer a cabeça e tentar novamente.
Sorriu, e caminhou de forma natural. Passeava pela cidade saboriando um gelado.
Dirigiu-se a estação de comboios e tirou um bilhete, esperou o comboio.
Então de fundo ouviu-se uma voz feminina anunciando a chegada do comboio.
A rapariga saltou para a linha, a nova tentativa fora bem sucedida.

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